História do projeto
Agentes de IA para operação de produto
Orquestração de agentes com foco em ganho operacional e governança.

O cenário e o desafio
Nossas equipes passavam horas todos os dias copiando, classificando e resumindo informações manualmente. Era um trabalho repetitivo, exaustivo e que atrasava as decisões importantes da empresa.
A nossa aposta
Se criássemos agentes de Inteligência Artificial para fazer esse trabalho maçante, poderíamos liberar a inteligência da nossa equipe para resolver problemas estratégicos, reduzindo a exaustão e os erros operacionais.
Como descobrimos o caminho
- Observamos de perto a rotina de quem sofria com esse trabalho manual.
- Conversamos com a liderança para entender onde os atrasos doíam mais financeiramente.
- Analisamos friamente quais decisões a IA poderia tomar sozinha e quais precisavam da revisão e sensibilidade de um humano.
A solução construída
- Desenhamos agentes de IA focados em tarefas específicas (um apenas para resumir, outro apenas para classificar).
- Estabelecemos regras rígidas de segurança: a IA organizava tudo, mas decisões críticas só avançavam após o "ok" de um especialista.
- Colocamos painéis simples para acompanharmos o tempo salvo por dia.
As escolhas difíceis
- Escolhemos não automatizar 100% de nenhum processo, garantindo segurança em troca de menos velocidade.
- Gastamos mais tempo inicial ensinando e ajustando os comandos da IA do que construindo telas.
O impacto real
- O tempo médio para processar informações caiu de forma absurda.
- A equipe relatou alívio na carga de trabalho e pôde focar em atendimento mais empático e estratégico.
O que eu levo de aprendizado
A adoção de tecnologias assustadoras (como IA) se torna fácil quando você convida a equipe para ensinar a máquina. O sentimento de controle reduz o medo de ser substituído.